quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Foto Inauguração da Academia em Belém.






Uma Bela História


Uma Bela História
Grande Lyoto,
Eu e minha esposa somos grandes fan seu!
eu de origem japonesa e ela brasileira,
estamos esperando um bebe, quando descobrimos que era menino,
ela quis um nome japonês. tava dificil...rs Um dia vendo uma luta sua veio na hora o nome,
entao nosso filho vai se chamar Lyoto Correa Endo. Vc eh um exemplo de caráter e honra.
abraco,( Jefferson Endo & Cia )
Lyotinho chegou pesando 3,100kg, ja eh um heavy weight abs
..................................................
Desejo muita saúde e felicidade plena, para o Lyotinho e sua Familia. q honra! ( Lyoto Machida )


domingo, 26 de agosto de 2012

BRUCE LEE


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

No caratê, cérebro vale mais do que músculos


Lutadores mais experientes apresentaram mudanças em sua estrutura cerebral

faixa preta
O segredo do soco de um faixa preta não está nos músculos, mas na capacidade de coordenar a velocidade dos punho e ombros (Thinkstock)
O poder cerebral, e não a força bruta, pode explicar por que alguns lutadores de caratê conseguem quebrar tijolos com um simples golpe de mão. Segundo uma pesquisa publicada na revista Cerebral Cortex, os anos de treinamento em artes marciais fazem mais do moldar os músculos - eles alteram o cérebro.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Individual Differences in Expert Motor Coordination Associated with White Matter Microstructure in the Cerebellum

Onde foi divulgada: revista Cerebral Cortex

Quem fez: R.E. Roberts, P.G. Bain, B.L. Day e M. Husain

Instituição: Departamento de Medicina do Imperial College de Londres

Dados de amostragem: 12 lutadores de caratê principiantes e 10 faixas pretas

Resultado: Os pesquisadores descobriram que os lutadores veteranos conseguem coordenar melhor a velocidade do ombro e do punho, aumentando o impacto de seus golpes. Além disso, os anos de treinamento em caratê produziram mudanças em sua estrutura cerebral.
Os pesquisadores compararam golpes curtos aplicados por 10 faixas pretas em caratê com os golpes de 12 principiantes, e descobriram que o segredo dos lutadores mais experientes estava na capacidade de coordenar a velocidade máxima do ombro e do punho. Essa interação permitia maior aceleração e impacto do golpe. "Os faixas preta de caratê conseguiram aplicar seus golpes com um nível de coordenação que os principiantes são incapazes de produzir", afirmou Ed Roberts, professor do Departamento de Medicina do Imperial College de Londres e um dos autores do estudo.
Em seguida, os cientistas escanearam os cérebros dos dois grupos e descobriram que aqueles que davam os golpes mais fortes apresentavam mudanças na composição da substância branca, estrutura que transmite sinais entre as regiões cerebrais. Quanto mais prolongado for o treinamento, maiores são essas mudanças. "Concluímos que a sintonia das conexões neurais no cerebelo, região que controla a coordenação motora, permite sincronizar os movimentos do braço e do tórax de forma muito precisa", afirmou o pesquisador.
Os cientistas também descobriram que a coordenação motora, a quantidade de experiência em artes marciais e a idade de início do treinamento influenciavam  as mudanças na estrutura da matéria branca dessa região cerebral dos atletas.
(Com Agência France-Press)

Fonte: Veja

terça-feira, 21 de agosto de 2012

as cadelinhas conseguiram um Lar


Pessoal, as cadelinhas conseguiram um Lar hoje. Gostaria de agradecer à todas as pessoas que ajudaram, compartilhando as fotos, e em especial a Cristine da CLÍNICA PET HOUSE, que acolheu e cuidou carinhosamente delas até conseguirem adoção. E para aqueles que criticaram a atenção que elas vinham recebendo das pessoas que se sensibilizaram com a situação delas, só posso dizer que é muito gratificante saber que essa história teve um final feliz, que existem pessoas boas sim, e que Deus há de abençoar muito a essas pessoas que as adotaram. Muito Obrigado à todos!

Carlos Alberto Fante

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

JEAN CLAUDE VAN DOG


TORNANDO-SE UM MESTRE ZEN


“ Eu vim para a prática do Zen bem antes de me interessar pelo diálogo inter-religioso. Sendo um monge Católico, eu meditava todos os dias e lia muito sobre teoria e prática da meditação. Eu ainda era recente no mosteiro quando comecei a perceber que nenhuma das formas tradicionais de meditação ensinada aos novatos parecia funcionar para mim. Eu me sentia mais atraído por simples práticas não-verbais. Então meu mestre de noviços me encorajou a usar estas formas mais simples de meditação, me dizendo que a constância nesta prática faz com que a oração se torne cada vez mais simples. Durante estes anos eu estava basicamente tentando encontrar meu lugar em uma forma de meditação na qual eu me sentisse mais confortável ao realizá-la.
Como alguém que estava dedicando sua vida à oração e à meditação, tive uma certa curiosidade sobre a forma como outras tradições praticam meditação. Descobri a “ Oração de Jesus “ praticada na tradição cristã oriental, e me apaixonei por esta prática. Embora eu tivesse, naquela época, ouvido falar da meditação Zen, não estava suficientemente impressionado para tentar realizá-la eu mesmo. Vários anos mais tarde, fui enviado para uma base na América do Sul. Enquanto eu estava lá, como eu ainda estava procurando meu caminho de oração, um amigo me emprestou um livro sobre Zen. Dessa vez, me interessei pelo Zen a ponto de tentar praticá-lo sozinho. Eu dobrei alguns cobertores e tentei sentar de pernas cruzadas na postura Zen. Eu não sabia o que era “ Koan”. Achei que era apenas uma repetição mencionada no livro que li. Este “ Koan” foi o famoso: “ Qual era a tua face antes de você nascer ? ” Eu apenas sentei e repetia para mim mesmo: “ Qual era a minha face antes de eu nascer ? “. Isso continuou por vários meses. Eu enfrentei fadiga e a costumeira dor, e parecia não estar chegando a resultado nenhum. Comecei então a chegar à conclusão de que o Zen não tinha nada para me oferecer. O que eu, um monge cristão, estava fazendo praticando meditação budista ?
Um dia, enquanto estava sentado de pernas cruzadas, subitamente ao me levantar, de repente percebi qual era meu rosto antes de nascer. Isso aconteceu muito rapidamente e com certeza não foi uma experiência extática, porque eu sabia quem eu era e onde estava. Não havia nenhuma forma ou cor. Olhando para trás, eu diria que era uma intuição do vazio. Fiquei assustado e sem entender, mas não com medo. Na época, eu não tinha um professor, e nem alguém, mesmo na minha comunidade, com quem eu pudesse falar ( e mesmo se tivesse existido tal pessoa, mesmo as minhas palavras não conseguiriam explicar tudo ), então coloquei a experiência de lado. Mas a repetição da mesma experiência me convenceu de que eu deveria continuar a minha prática do Zen, por perceber que ela estava me transformando.
Vários anos depois, voltei para os EUA. Pouco tempo depois de voltar, eu consegui ir ao meu primeiro “ Sesshin “ ( retiro Zen ), em um final de semana na cidade de Nova York. Este final de semana foi um desastre. Sofri fisicamente a um grau que eu nunca havia experimentado antes. Para piorar as coisas, eu nunca tive a chance de marcar uma entrevista com o mestre Zen. Saí de Nova York pensando mais uma vez que talvez eu estivesse enganado sobre essas coisas de Zen.
Alguns meses mais tarde, eu e um outro monge estávamos dirigindo em Nova Jersey. Ele então mencionou que tinha uma amiga freira que lecionava em um colégio próximo, de tal maneira que nós decidimos parar e dizer um “ Olá “ a ela. Enquanto estávamos conversando com a irmã, ela mencionou que a escola estava sendo usada esta semana por um grupo de estudantes de Zen, e que um “ Roshi “ ( Mestre Zen ) japonês estava guiando-os. Nós perguntamos se seria possível encontrá-lo. Pouco depois, o idoso monge japonês apareceu para nos cumprimentar. Ele não sabia falar bem o inglês e por isso estava acompanhado por um intérprete. Seu nome era Joshu Sasaki. Enquanto conversávamos, descobriu-se que ela ficou surpreso ao saber que éramos monges cristãos. Ele achava que não houvessem monges cristãos nos EUA, achando que só existiam na Europa. Quando eu lhe perguntei se ele gostaria de visitar nosso mosteiro, sua reação imediata foi: “ Quando? ” Nós então combinamos que ele iria ao Mosteiro de Spencer em mais ou menos um mês. ( Joshu Sasaki está agora com seus noventa anos, ainda vivo na época em que escrevi este artigo. )
Agora eu tinha que voltar para casa e dizer ao meu Abade que iríamos receber a visita de um Roshi Zen. O Abade, Thomas Keating, gentilmente concordou com a visita. Sasaki Roshi foi em um final de semana, e falou à nossa comunidade sobre o Zen. Essa visita foi logo após a Páscoa desse ano e Sasaki Roshi falou sobre a experiência cristã da Páscoa, sobre a ressurreição de Cristo,e sobre como a vivência primária de qualquer monge cristão pode alcançar a introspecção na prática do Zen. Os irmãos do Mosteiro Spencer ficaram impressionados com a visão e o entendimento desse monge budista em um núcleo da experiência cristã contemplativa. Muitos pensaram que poderia ser uma boa idéia experimentar um Sesshin e por isso convidaram o Roshi para retornar e realizar um no mosteiro. Ele fez isso por vários meses. Esse foi o inicio de uma associação durante dez anos, nos quais Sasaki Roshi veio à Spencer regularmente. Durante este mesmo período, eu fui capaz de participar da meditação com o Roshi em dois longos retiros de noventa dias cada, em um centro Zen da Califórnia.
Após o Roshi ter deixado de vir à Spencer, eu prossegui com minha própria prática, tanto que nos próximos quinze a vinte anos seguintes, praticava em meu quarto ou na parte dos fundos da igreja. Mesmo já não tendo mais Sesshins em Spencer, eu, de vez em quando, recebia autorização para ir a um Sesshin e também pude participar de um longo retiro. Alguns destes retiros eu fiz no Providence zen Center, em Cumberland, Rhode Island. Este centro fica a apenas um par de kilometros do antigo local de nosso mosteiro, quando estava localizado em um local conhecido como Nossa Senhora do Vale. Eu ainda desfruto de um bom relacionamento com o Providence Zen Center, que pertence à tradição Zen coreana. A prática da tradição coreana difere um pouco da japonesa, e experimentar estas diferenças tem me ajudado em minha pratica contínua.
Ao longo dos anos descobri que o Zen tem me ajudado a apreciar muitas das práticas físicas tradicionais que caíram em desuso no monaquismo ocidental, tais como jejuns prolongados, cantar os salmos, prostrações e outras. Eu ainda faço algumas destas praticas, especialmente se sou capaz de conseguir alguns dias em um de nossos eremitérios, pois é difícil realizá-las no contexto de nosso mosteiro, porque podem perturbar outros. Afinal cantar os salmos com a parte superior de sua voz e batendo em um tambor pode causar problemas para os outros.
Cerca de cinco ou seis anos atrás o Padre Robert Kennedy, SJ, fez uma palestra no Centro para Estudos Budistas. Eu e outro monge fomos ouvir o Padre Robert. Nós apreciamos a sua fala e conversamos com ele após a conferência. Padre Kennedy mencionou que em breve estará dando um retiro no mosteiro Zen em Snowmass, Colorado. Então nós decidimos que iríamos participar do Sesshin. Durante o Sesshin, eu senti que gostaria de me tornar um aluno do Padre Kennedy. Já haviam se passado muitos anos desde que eu desejasse pedir formalmente a alguém para ser meu professor, principalmente por causa da dificuldade em obter permissão para visitar um professor. Senti que, tendo como professor um padre que vivia relativamente perto ( da área de Nova York ) seria útil. Descobri que eu seria capaz de assistir vários retiros do Padre Kennedy. Durante um destes retiros, eu lhe perguntei se ele me aceitaria formalmente como seu aluno, e ele concordou.
Por volta dessa época eu também percebi que estava pronto para fazer algum treinamento intensivo de Koan. Existem várias coleções tradicionais de Koans utilizados em várias escolas de prática Zen. Um aluno geralmente tem que trabalhar o seu caminho através destas coleções de Koans enquanto ele avança em sua prática Zen, e é quase impossível realizar este trabalho sem acesso a um mestre Zen. Isso significava que eu tinha que ter um maior pronto acesso ao Padre Kennedy, do que somente um retiro de dois em dois meses. Falei então deste problema para ambos: o Padre Kennedy e o meu Abade, Padre Damian. Padre Kennedy levantou a possibilidade de eu ir para a cidade de Jersey e viver na comunidade jesuíta de St. Peters College. Perguntei ao meu Abade se me concederia uma licença de estudo em outra comunidade, e ele concordou. Também sou mui grato à comunidade jesuíta do St. Peters College pela graciosa, maravilhosa e calorosa forma com a qual me acolheu em seu meio.
Logo após minha adesão à ele, na cidade de Jersey, o Padre Kennedy me tornou seu herdeiro do Dharma. Nos próximos 18 meses nós dois trabalhamos intensamente nossa maneira como aplicar as coleções tradicionais de Koans. Em um dado momento, Padre Kennedy me perguntou se eu gostaria de me tornar um mestre Zen. Após consultar meu Abade e um par de outros, eu decidi que deveria assumir esta função. Pouco tempo depois voltei para o meu mosteiro, embora muitas vezes eu retornasse à área de Nova York para ajudar o Padre Kennedy a realizar retiros Zen para grupos. Acho que eu poderia chamar este período de “ formação de professores “.
Durante estes retiros eu falaria às pessoas sobre a prática do Zen, sobretudo a respeito da relação entre a prática do Zen para a tradição cristã, um assunto que, frequentemente, era de grande interesse nos grupos. Havia sempre uma oportunidade para os alunos terem comigo uma entrevista privada. Tais entrevistas foram curtas, com duração de dez a quinze minutos. Gostávamos de falar sobre a experiência do retiro, dificuldades com a postura, como a mente estava trabalhando durante o silêncio, e outras coisas que surgem no decorrer do retiro. Retiros Zen implicam em esforço mental e físico. A maior parte nasce do esforço para se sentar calmamente com as pernas cruzadas em frente a uma parede. Houve também dificuldades com os horários, tal como levantar-se cedo e conseguir ficar sentado por longos períodos sem se mover. Mentalmente, não existem duvidas que sejam tão comuns em qualquer forma de praticar a oração e a meditação. Uma das virtudes citadas pelos professores Zen é a coragem. Nós, cristãos, não costumamos pensar em coragem como uma virtude necessária para a prática da meditação. É fácil esquecer que a coragem é uma necessidade em qualquer vida de oração.
No final da minha “ formação de professores “ fui entronizado como um sensei na Sangha da Ameixa Branca da tradição Soto. A entronização aconteceu em meu mosteiro. Pelo que sei, esta foi a primeira vez que tal cerimônia aconteceu em um mosteiro de nossa ordem. A minha esperança é que este passo ajudará a trazer esta forma de meditação para a tradição cristã ocidental. “

( Este texto é de autoria do Padre Kevin Hunt, o qual é um monge da Abadia de São José, em Spencer, Massachusetts ( EUA ) , ex-membro do Conselho Monástico de Diálogo Inter – Religioso, e Mestre Zen Budista )

PEDIDO DE AJUDA PARA ESSAS CADELINHAS






Pessoal... As cadelinhas que pedimos por ajuda na semana passada, foram resgatadas. Uma já tem um lar e essas duas foram carinhosamente acolhidas pela Cristine da CLINICA PET HOUSE, na Rua Marabú, 1282 (Fone: 43-3056-3322) em caráter provisório, até que consigam adoção. Lá, elas tomaram banho, foram medicadas, desverminadas e vão ser vacinadas. Elas aguardam um lar e se todos puderem compartilhar, creio em Deus que conseguirão. Fico muito agradecido às pessoas que ajudaram e ainda estão ajudando.

Carlos Alberto Fante

terça-feira, 14 de agosto de 2012

PEDIDO DE AJUDA PARA ESSAS CADELINHAS



  









CADELINHAS ABANDONADAS EM TERRENO NA RUA DRONGO ESQ. COM TESOURA.
Pessoal, estamos pedindo por ajuda três cadelinhas que foram abandonadas à própria sorte por um cidadão,que as despejou na noite de quinta feira passada, em um terreno limpo na esquina da Rua Drongo com a Rua Tesoura, ao lado da Equipat. Tirei essas fotos hoje, 13/08 e espero contar com a ajuda de todos, no sentido de arrumar um lar para essas cadelinhas, que são muito dóceis e só não estão passando fome graças à solidariedade de vizinhos, e, inclusive eu, que estamos colocando comida e água para elas. Tenho cinco cachorros na minha casa, sendo um adotado que hoje, é a alegria da minha casa. Compartilhem por favor e ajudem a mudar o destino dessas cachorrinhas.

Uma já foi adotada por Fábio Takimori

Carlos Alberto Fante

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Carta escrita pela Zuleica


Carta escrita pela Zuleica


Cornélio Procópio, 18 de julho de 2012

OSS...

É muito gratificante estar hoje aqui para comemorarmos o aniversário de 30 anos da Associação de Cornélio Procópio.

São muitos anos de desafios e sucesso!
Nada foi fácil, ficamos muito tempo treinando nas praças e no ginásio de esportes. Mas foi graças à sensibilidade do prefeito da época, Hermes Fonseca, que conseguimos o terreno que é a sede de hoje. Muito obrigada Hermes, por ter acreditado no nosso potencial.

Parabéns a todos os alunos e professores, que compõem a Associação Procopense de Karate!
Também agradecemos ao sensei Norio Haritani que deu origem a todo o karate do Paraná.
Também temos a participação, que foi determinante para todo este sucesso, a atenção e o sacrifício do sensei Luiz da Silveira, que vinha todos os domingos cuidar de tudo até a Associação se firmar.
Sensei, o nosso muito obrigado, de coração!

Hoje o trabalho é muito mais fácil, a sede é muito confortável e abriga muito bem a todos.

Parabéns mais uma vez e sucesso sempre à Associação Procopense que cultiva esta arte tão magnífica que é o karate!

OSS...
Zuleica Lazari

Lyoto ressurge como candidato ao cinturão


Machida de volta às manchetes

Machida x Bader: a volta da confiançaTodo o discurso imposto pelo chefão Dana White de que 'a melhor performance seria premiada com nova chance ao título' nas disputas meio-pesado da vez teve peso significativo para um homem após as lutas do UFC On FOX 4: Lyoto Machida.
A atuação atabalhoada e menos técnica de Maurício Shogun frente a Brandon Vera na disputa principal ficou apagada com relação à vitória 'limpa' de Machida. O direto de direita certeiro no queixo de Ryan Bader aguçou a imaginação coletiva e alavancou mais uma vez o nome do carateca brasileiro como principal esperança de remexer o panorama meio-pesado, dominado desde o ano passado pelo campeão Jon Jones. As declarações de White confirmam novamente o nome do brasileiro na rota da disputa do mérito.
Lyoto Machida segue como adversário brilhante para Jones justamente por causa das marcas registradas, o padrão de luta que confunde até os mais pacientes e o profundo estudo de cada finta, golpe e reação de cada adversário. No choque de estilos, o brasileiro tem no currículo um primeiro assalto promissor na disputa contra o atual campeão meio-pesado, em dezembro de 2011 (quando foi finalizado no segundo assalto). Claro que antes do 'acerto de contas',  Jones tem de bater o veterano cascudo Dan Henderson, dia 1º de setembro, no UFC 151.
"Ele (Jones) é imprevisível. Toda vez muda de estilo. Às vezes chuta, às vezes soca. Tenho de treinar mais wrestling. E acredito que posso vencê-lo", comentou Machida, na coletiva pós evento de sábado.
Machida x Jones: tira-teima?Se este tira-teima for cravado imediatamente, pode também ser precoce. Seria igualmente mais interessante antes ver o baiano/paraense criar mais fome de título contra alguém do naipe de Alexander Gustafsson, por exemplo, ao invés de ser empurrado em linha reta para encarar mais uma vez o grande perigo da categoria.
De qualquer forma, a vitória no segundo assalto sobre Bader foi ao melhor estilo Lyoto Machida, que como de costume circulou, circulou, atacou pouco na primeira parcial e concretizou a primeira oportunidade com o máximo de eficiência para liquidar a fatura na segunda.
O curioso é que este mesmo padrão de luta evasivo do brasileiro já foi severamente criticado - e quase extinto - pelo próprio Dana White, que pouco tempo atrás havia colocado o brasileiro na 'geladeira' e sem lutar por longos períodos. Agora, aparece mais uma vez como um tipo de 'tábua da salvação'. E o mundo do UFC segue a dar voltas.


domingo, 5 de agosto de 2012

[Vídeo] Assista aos nocautes de Machida e Shogun no UFC on FOX 4


Os brasileiros Lyoto Machida e Maurício Shogun foram protagonistas da vez no sábado (4) no UFC On FOX 4. Eles venceram por nocaute Ryan Bader e Brandon Vera, respectivamente, e remexeram a categoria meio-pesado da organização. Melhor para Machida, que faturou a vitória e se aproximou bastante de nova chance de disputar o cinturão em breve.
Acompanhe nos vídeos abaixo os nocautes da dupla brasileira e as entrevistas pós-luta ainda no octógono.
Shogun





Machida

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Neste Sabado dia 4 tem Brasil no UFC com Mauricio Shogun, Lyoto Machida, Rani Yahya e Wagner Caldeirão.


UFC ON FOX: SHOGUN VS. VERA

O EVENTO CONTA COM AS LUTAS DOS BRASILEIROS MAURÍCIO SHOGUN E LYOTO MACHIDA, OS DOIS COM POSSIBILIDADES DE DISPUTAR O CINTURÃO, CASO VENÇAM

Shogun faz a luta principal pela categoria dos meio-pesados
Shogun faz a luta principal pela categoria dos meio-pesados (Créditos: Divulgação)
04/08/2012
Sábado, 4 de agosto, acontece o UFC on Fox: Shogun vs. Vera, no Staples Center em Los Angeles, Califórnia. A noite conta com a luta principal do brasileiro Maurício Shogun e o norte-americano Brandon Vera, além do confronto entre Lyoto Machida e Ryan Bader, todos pela categoria dos meio-pesados.
De acordo com o presidente Dana White, o vencedor mais convincente desses dois confrontos poderá disputar o tão sonhado cinturão da categoria, que atualmente está na mão do norte-americano Jon Jones. No sábado, o SPORTV.COM acompanha todas as lutas do evento em Tempo Real a partir de 17h45. O canal Combate transmite ao vivo.
Confira o Card Completo
Card Principal
Maurício Shogun x Brandon Vera
Lyoto Machida x Ryan Bader
Joe Lauzon x Jamie Varner
Mike Swick x DaMarques Johnson
Card Preliminar
Cole Miller x Nam Phan
Phil Davis x Wagner Prado
Josh Grispi x Rani Yahya
Phil De Fries x Oli Thompson
Manny Gambyryan x Michihiro Omigawa
Ulysses Gomez x John Moraga







O UFC on Fox 4 acontecerá neste sábado no Staples Center em Los Angeles, Estados Unidos, marcando a quarta parceria entre o UFC e a rede de televisão americana.
Acompanhe aqui uma cobertura ao vivo, com os duelos preliminares começando por volta das 18:00hs (horário de Brasília).
O Brasil estará representado por Mauricio Shogun, Lyoto Machida, Rani Yahya e Wagner Caldeirão.
Na luta principal do evento, Mauricio Shogun medirá forças com o estadunidense Brandon Vera, em um duelo de meio-pesados, categoria dominada por Jon Jones.
Lyoto Machida vs. Ryan Bader
Na segunda luta mais importante,  o brasileiro Lyoto Machida e o americano Ryan Bader irão para a batalha pela divisão dos meio-pesado (até 93 kg).
O brasileiro leva 17 vitórias e 3 derrotas e disputou recentemente o título dos meio-pesados (até 93kg) contra o campeão Jon Jones. No combate, o americano acabou finalizando o brazuca com uma guilhotina no UFC 140 no dia 10 de dezembro, mantendo o seu Cinturão.
Lyoto é um dos mais focados e talentosos atletas brasileiros, sendo um verdadeiro exemplo dentro e fora do octógono.
Além do mais, Lyoto já foi campeão de sua divisão de peso ao nocautear o americano Rashad Evans no 2º round, êxito ocorrido no UFC 98 no dia 23 de maio de 2009.
Das 17 vitórias de Lyoto, 9 foram por decisão, 6 por nocaute e 2 por finalização. Machida estava invicto até defender pela segunda vez o seu reinado contra Mauricio Shogun no UFC 113 que acabou pegando o título do carateca que conheceu a primeira derrota da carreira. Desde então, perdeu para Quinton Rampage Jackson no UFC 123 no dia 20 de novembro de 2010 por uma polêmica decisão dividida, nocauteou de forma espetacular Randy Couture no UFC 129 no dia 30 de abril de 2011 e finalmente lutou com Jones, conforme anteriormente explicado.
Se o representante do Brasil aplicar o seu vitorioso, mas criticado jogo de contra-ataque deverá levar a batalha.
Bader - por sua vez -  apresenta 14 êxitos e 2 fracassos, vindo de vitória por decisão unânime sobre o seu compatriota Quinton Rampage Jackson no UFC 144 no dia 26 de fevereiro no Japão.
O estadunidense tem o wresting como principal arma (expert em quedas), apresentando uma impressionante evolução no seu jogo em pé.
Ryan Bader pintava como um fenômeno invicto até ser finalizado por Jon Jones no UFC 126 no dia 05 de fevereiro de 2011. Logo após, também  foi finalizado por Tito Ortiz com uma guilhotina no UFC 132 no dia 02 de julho de 2011. Então, recuperou-se na luta seguinte ao nocautear o americano Jason Brilz no UFC 139 no dia 19 de novembro de 2011, conseguindo novo vitória no UFC 144.
A tática de Bader será encurtar e acertar golpes em Lyoto da curta e da média distâncias, tarefa muito difícil em virtude a característica do brazuca (saí muito bem para trás e diagonal e varia com contra-ataques e golpes de encontro).
Por outro lado, a estratégia de Lyoto deverá consistir em ficar na longa distância, deixando para golpear somente nos contra-ataques, deixando a iniciativa do combate para o americano.
Será um duelo claro: a espera de Lyoto (que não irá arriscar na tomada de iniciativa da trocação, sendo que irá jogar no contragolpe) contra o jogo justo e versátil de Ryan Bader que tentará alcançar o brasileiro na longo distância.
Se Lyoto jogar na sua famosa tática de contra-ataque, Bader terá sérias dificuldades e poderá se irritar ao longo da luta, precipitando posições e ataques, caindo no jogo eficiente do verde-amarelo.
Sendo assim, se Lyoto deverá levar vantagem e vencer por nocaute ou finalização.
" Acompanhe também Caju Freitas sempre às quintas na Zero Hora, aos sábados 20hs na Rádio Atlântida e com drops diários, às terças no TVCom Esportes e aos sábados no RBS Esporte".


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Para aprender esqueça opiniões



     Pergunta: A aceitação das formas é uma maneira de deixarmos de lado o nosso eu, o nosso ego, não?.  
     Monge Genshô: É verdade, é bem colocado porque quando a gente tem uma opinião a gente vai para a prática e se diz por que é assim, por que não pode ser de outra forma. Quando você está colocando opiniões elas normalmente são vaidade, orgulho pessoal e manifestação do ego. Talvez o problema que eu estou abordando aqui é que há expectativas quando a pessoa vem praticar e ela não sabe essas nuances. Ela não sabe que a melhor forma de praticar é começar a praticar e não pensar. É muito mais fácil a gente ensinar o Zen para um aluno que vem de uma prática séria de artes marciais porque nas artes marciais isso já ocorre. O aluno começa e a gente diz faça assim e não tem muita opção para ele dizer não dá para dar o soco assim, ou eu quero fazer diferente, ou eu tenho uma idéia diferente. Pelo menos no meu tempo quando o aluno dizia isso o professor dizia: muito bem, mostre. E ele rapidamente aprende que não é um lugar para ele ficar manifestando opiniões. É um lugar para ele aprender. Ele foi lá e se colocou na posição de aluno e está ali para aprender e só começa a pensar sozinho depois de bastante tempo. Só quando ele tiver realmente um cabedal de conhecimentos é que vale a pena começar a cogitar. É como aprender piano. Um aluno vai à aula de piano e o professor diz assim: esta nota aqui é dó,dó-ré-mi. O aluno diz: mas eu não gostei, porque não é ré-dé? Vai levar muito tempo para ensinar esse aluno.

Postado por Monge Genshô - O Pico da Montanha é onde estão os meus pés